
O suor enche a voz de silêncios
sobe a elocução no umbigo
donde o eco larga bolhas.
Ana Mª Costa
E sempre navegando
De gota em gota
novos céus desbravando,
Avança-se pelos mundos dos ecos
onde novos suores
calam os silêncios
de novos sons
em espumas espraiados.
Onde pára o tempo?
Encosta-se às esquinas
esperando a passagem
de sombras paradas...
isto é poesia partilhada como eu gosto de receber e fazer.
obrigada ao Carlos e ao Francisco
4 comentários:
E sempre navegando
De gota em gota
novos céus desbravando,
Avança-se pelos mundos dos ecos
onde novos suores
calam os silêncios
de novos sons
em espumas espraiados.
Que dizer deste leve poema?...
Em tempo tórrido de Verão, "o suor enche a voz de silêncios"...
Amaral gosto muito das tuas visitas principalmente quando deixas flores.
obrigada
Parabéns pela qualidade , pela sensibilidade da escolha do que nos deixa. Um abraço amiga, boa semana..
Enviar um comentário