13.1.13

Alex & Kika

3.3.11

"Eu te amo" ou "Bom dia"?


"Eu te amo" ou "Bom dia"?




"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nEle

crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)



Amor!

Uma palavra usada tão banalmente nos dias de hoje, que é quase tão usual quanto um bom dia que dizemos a alguém na

rua, apenas para pedir uma informação, por exemplo. Recados de amigos no ORKUT, status no FACEBOOK, paqueras no MSN...

Ah, eu amo

fulano; eu amo Sicrano; eu te amo; Não vivo sem você, amor da minha vida...



Está tão fácil dizer "eu te amo" sem nem conhecer direito a quem se está presenteando essa declaração.

Sinceramente, a verdadeira essência dessa palavra está se perdendo no tempo, onde relacionamentos não são mais duradouros, casamentos se desfazem com

a mesma velocidade e facilidade que se diz "eu te amo" pela primeira vez.



Essa era digital que vivemos atualmente, onde as pessoas não têm tempo para manter verdadeiros relacionamentos interpessoais, está transformando nossas vidas em meras máquinas de trabalho, de produção em larga escala, muitas das vezes como um

computador

e nos fazendo esquecer do romantismo, da amizade, do carinho e da sinceridade num relacionamento.



Será que ainda existe amor verdadeiro na humanidade, como o amor de

Deus, que deu Seu único Filho para nos salvar, amor incondicional como o que o apóstolo Paulo relata em sua carta aos Coríntios?



Quero acreditar que sim, pois, um relacionamento com amor verdadeiro é como uma plantação bem irrigada que gera lindos frutos.



Vamos refletir sobre esse assunto e pedir a Deus que nos encha desse verdadeiro amor para que possamos

retransmiti-lo, com sinceridade no coração, para todos aqueles a quem realmente amamos.



Bruno Barbosa

*Missionário do Ministério Para Refletir*



*****

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Apenas a pele de José Gil

imagem retirada da internet
Apenas a pele






As tuas palavras fazem-me desaparecer

Um sopro único dos teus seios

Amo-te muito, muito como esta areia solta

No estar atento à materialidade do quotidiano



Trago o sol de Março nestas mãos e ofereço-te

A praia e o mar – o mergulho das letras na palavra



Mais nada apenas a pele



José Gil

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http://dialogosdogil.blogspot.com/

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Eu também quero dizer, amo-te!


imagem retirada da internet

 Eu também quero dizer, amo-te!


Juras de amor

Por entre o voo alienado dos pássaros
que poisam a esmo na árvore do quintal,
há um espaço cerúleo onde os hieróglifos das nuvens
esboçam a palavra “Amo-te”.
Iria jurar que um cordeiro ebúrneo devora
a singeleza da palavra; logo a seguir a brisa do cupido
reescreve os dizeres do meu sentir.

Não sei se ainda o anseias ouvir, mas
se te disser, amo-te,
faço-o como quem lança
a benção duma ternura que se não esgota…
ainda que as ausências vertidas em taça
bebam os silêncios das lágrimas.


Bernardete Costa (2009)

13.11.10

Lançamento do livro "Nostalgia" de Júlio A.B.Fernandes


No próximo dia 27 de Novembro, sábado, pelas 16 horas, na Assembleia Penafidelense, situada na Avenida Egas Moniz, em Penafiel, ocorre a sessão de lançamento do livro de poesia: "Nostalgia - Tão de lá como daqui, se perto fosse..."; obra de estreia de Júlio A. B. Fernandes, editada sob chancela da editora conimbricense Temas Originais: http://www.temas-originais.pt/autores/julio_a_b_fernandes.ht.




O autor, natural de Granjinha, Tabuaço, distrito de Viseu, nasceu em 1963. Apesar de só agora se estrear em obra a solo, marca presença desde 1992 em obras de cariz poético, tendo, nesse ano, prefaciado o livro de Maria do Céu, "Até Sempre", editado sob chancela da Arcanjo & Ribeiro (Porto). É também um dos administradores do Grupo Amante das Leituras, participando inclusive nas antologias organizadas por este dinâmico grupo em 2009 e 2010.



Segundo o também poeta Jorge Vicente, autor do posfácio, “a poesia de Júlio Fernandes é absolutamente devastadora. Devastadora no que provoca; mais ainda: no que é. O poema (vida) começa logo por descer e cair, assumindo o longo, mas necessário, poço, a água lúgubre, aquela água que provém da sombra e que renasce da sombra: a sombra que é necessária para que a Luz se revele”.



Obra e autor serão apresentados pela Mestre Cidália Fernandes.

10.10.10

Lançamento da Antologia Amante das Leituras



Amigos, agradecemos a divulgação deste evento.
Apareçam felizes.

amantedasleituras - ana maria costa e Júlio Fernandes

19.9.10

Palavras para o ar

http://aventuralondrina.blogspot.com/2010/09/ferias-em-imagens-as-flores-da-drosa.html

Mãe,
Porque meteste dentro de mim estas coisas: o fígado, pulmões, tripas, coração, sangue, enfim… carne? Estas coisas não falam comigo e obrigam-me a andar com elas. Ainda para mais, tu dizes que não devo andar com desconhecidos. Então porque me puseste um corpo que pouco fala comigo, quase não o conheço e há coisas que nunca irei ver?
Mãe, quando me puseste uma alma nos olhos, lembraste-te de verificar se estava em condições, não te enganaste? Como vês tão mal… podes ter-te enganado.
Mãe sabes se a alma também tem coisas dentro dela, daquelas iguais às minhas: fígado, pulmões, tripas, coração, sangue, enfim carne… enfim, dúvidas?!
Mãe, tudo o que meteste dentro de mim, em saquinhos brancos de linho: uns, continuam pendurados nas costelas; outros, pousados no ventre. Perto destes, há uma ameaça de roubo. Hoje em dia há ladrões para tudo. Então Mãe, os médicos querem alguns dos meus sacos, para examinarem o seu conteúdo. Insisto que tudo que me deste é meu e não o devo dar nunca. Mas Mãe não me avisaste que havia contra indicações dentro de alguns sacos e outros vieram vazios, sem nada, como ovos chocos. Como sabes, confundes as coisas e deverias ter pedido ajuda, quando colocaste os sacos dentro de mim quando nasci, devia ter sido antes do parto, mas esqueceste-te e agora nada trago para passar à minha geração. Os médicos querem-me analisar, tentar saber o motivo do engano.
Penso que é tudo um disfarce por parte deles, o que eles querem é os sacos de linho pendurados nas minhas costelas, porque alguns mexem por dentro e, no ventre, há um grande ovo, onde mora uma tecedeira parecida contigo, mas já é tão velha que as forças são poucas para fazer esforços e sair do cómodo lugar. Por isso, ladrões não me roubem o ventre!
Mãe, acaba os ovos que começaste a fazer para mim, quando era jovem e não acabaste ainda, porque vês mal e és analfabeta, não consegues ler as contra indicações que trazia dentro do frágil corpo vazio. Apesar das novas oportunidades, o que sabes não é suficiente para impedires que me roubem os sacos, com a saúde e minha juventude.



ana maria costa
2010

30.8.10

Mulheres e Poemas




Há muito não escrevia... nem poemas, nem contos. Hoje escrevi este, que compartilho. Sónia Regina.


há muito não te lia...nem poemas, nem contos.


hoje li este poema de costas direitas,


pernas reflectidas nas vírgulas


olhos no teu corpo-






imagino alguma da dor


em espaços e virgulas e pontos,


comuns aos poemas, gritos-






frases paradas como a nossa coluna


no que parece sentir delas


cores anteriores ao vento.






ana maria costa


29.08.2010

Minho actual tv