
Corre-me um rio
(água abandonada)
Debaixo da pele.
Feito das gotas dos mares
e, orgasmos ambíguos, certos
Que espumam nos teus olhos,
rocios chegam à tua pele
em marés e voos
Vive a água parada
Nas ilhas que grito.
-Só areia, bole…
Gaivotas de mãos
e boca que toma o rio
Pelos céus do teu corpo....
Carlos Luanda e ana maria costa
fotografo Tino Costa e fotografia do grupo Balletrix
4 comentários:
água, sal e espuma sobre a essência tangível.
fogo e orvalho vermelho jorrando frescos
sobre a claridade estival da antemanhã
num sabor a romãs e a morangos silvestres.
[de pele e aromas se faz o poema]
Belo, o vossos poema a duas mãos.
Belos duetos, minha querida Ana.
Mas, ressinto-me da falta de seus poemas .
Um beijo afetuoso, minha querida Poeta.
Sinergias poéticas :-)
Minha querida amiga, as tuas palavras tem o sabor doce do ar que sustenta as asas do voo.
Ao ler-te entrelaçada a mim, sou gaivota no vento e mar fundido no areal.
Dum mero poema fizeste uma obra de arte.
Obrigado, Ana.
Carlos
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