
Eu gosto do que estás a tentar fazer-
isto é
algum esboço longe de
estar terminado, digo eu.
O salgueiro fica pálido
a cada toque
eu estou sentado a observar-te
tomas as folhas
como se teus dedos
andassem pelo chão.
J.T.Parreira
Foto de Tino Costa sombras grupo de Ballet "Balletrix"
5 comentários:
Ana Maria, silenciosa e secretamente venho visitar-te algumas vezes durante a semana. Continuas a elevar-te na tua poesia e nas realizações que promoves.
Obrigado pela visita e pela publicação deste pequeno poema.
Um beijo fraterno,
João
obrigado, ana, por teres divulgado este magnífico poeta
um beijinho azul
jorge
também gostei. bom fim-de-semana.
Acho este poema duma beleza e sensibilidade indiscritíveis. Muitos parabéns, João. E à Ana devo dizer, ( não para se envaidecer), que raramente tive o previlégio de conhecer pessoas com a sua garra e talento. Ela é realmente uma pessoa extraordinária.
Um beijinho Ana, e vamos sempre em frente. The sky is the limit, and who knows, there may be even no limit at all.
Charlie
:)
«O salgueiro fica pálido
a cada toque»
Bonito.
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